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No Ministério Alma Jovem, os jovens vão crescendo na fé e no ardor missionário.

Formação Bíblica, testemunhos, pregações, retiros, acampamentos, missões. Assim os Jovens do Alma Jovem vão alimentando a fé e se colocando a serviço de Deus e dos irmãos.

No dia 10 de setembro o Ministério Alma Jovem esteve no Hospital Santa Helena, local de atuação dos Missionários da Comunidade Alma Missionária, que fazem parte Grupo Padre Antônio Colussi, que visita os doentes às quartas feiras, sábados e domingos levando uma palavra de esperança e a boa nova da salvação para os enfermos, suas famílias e funcionários do hospital.

O jovens puderam viver na prática a experiência do Amor de Deus, visitando os doentes, cantando, louvando e orando por eles  e com eles. Experiências marcantes vividas nessa, que, foi a primeira visita do Ministério aos enfermos.

Na movimentada programação do Ministério Alma Jovem haverá uma visita dessa por mês, levando alegria para tantos irmãos que passam por um momento de dificuldade por causa da doença.

Levando alegria e recebendo alegria!

O Ministério Alma Jovem se reúne aos sábados, às 16h30, na Capela Santa Maria Goretti, no Bairro COOPHEMA.

Criado na década de 1970, com a finalidade de instruir os fiéis sobre a Palavra de Deus, o Mês da Bíblia é celebrado, no Brasil, em setembro.

Sem dúvida é uma iniciativa muito salutar. A motivação provém do fato da Igreja celebrar no dia 30 de setembro a memória do grande santo e doutor da Igreja, São Jerônimo, que a pedido do Papa Dâmaso (366-384) preparou uma excelente tradução da Bíblia em latim, a partir do hebraico e do grego; a chamada Vulgata. Foi um trabalho gigantesco que demandou cerca de 35 anos nas grutas de Belém, onde ele realizava esse ofício, vivendo uma austera vida de oração e penitência. São Jerônimo dizia que quem não conhece os Evangelhos não conhece Jesus.

São Jerônimo (347-420), chamado de “Doutor Bíblico”, nasceu na Dalmácia e educou-se em Roma; é o mais erudito dos Padres da Igreja latina; sabia o grego, latim e hebraico. Viveu alguns anos na Palestina como eremita. Em 379, foi ordenado sacerdote pelo bispo Paulino de Antioquia; foi ouvinte de São Gregório Nazianzeno e amigo de São Gregório de Nissa. De 382 a 385 foi secretário do Papa São Dâmaso. Pregava o ideal de santidade entre as mulheres da nobreza romana (Marcela, Paula e Eustochium) e combatia os maus costumes do clero. Na figura de São Jerônimo destacam-se a austeridade, o temperamento forte, o amor a Igreja e à Sé de Pedro.

Conhecer a Palavra de Deus é fundamental para todo cristão. A Carta aos hebreus diz que “a Palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma espada de dois gumes, e atinge até à divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4,12).

 

No  dia 20 de agosto, a Comunidade Alma Missionária realizou mais uma edição do Cinema Alegria.

Esse é um evento que acontece coma as crianças que Participam do Projeto Padre Firmo, um projeto de Evangelização e Promoção Humana, que assiste famílias com extrema carência  dos bairros Parque Geórgia e Pascoal Ramos.

As crianças participam de encontros no formato do Oratório Festivo de Dom Bosco (padroeiro da Comunidade), com oração, louvor, catequese, brincadeiras e alimentação.

Algumas vezes no ano as crianças participam de passeios e eventos especiais, o Cinema Alegria é um desses eventos. As crianças chegaram cedo na Igreja Santa Maria Domingas Mazzarello, no bairro Parque Geórgia e fizeram o café da manhã e participaram do momento de louvor e oração. O transporte das crianças até o Cinema no Shopping Três Américas foi feito nos carros dos voluntários do projeto.

No Shopping eles puderam desfrutar de uma oportunidade rara na vida deles, em uma sessão fechada, assistiram e se divertiram com as aventuras do último Filme da série  A Era do Gelo, além de muita pipoca e refrigerante.

No retorno para as suas casas cada criança levou um marmitex com o almoço e um guaraná.

Os recursos para esse evento vem da contribuição de amigos do Projeto Padre Firmo, que ao valor de R$15,00 (quinze reais) por criança, permite que elas vivam oportunidades de valor inestimável.

O Projeto Padre Firmo gera ainda muitas outras oportunidades para as crianças e para as suas famílias, como vagas de emprego, cestas básicas de alimento, cestas básicas de higiene, tratamento odontológico, e produção de artesanato para gerar renda para as famílias.

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Vocação é um termo derivado do verbo “vocare” em latim e que significa chamar.


Deus nos chama a viver a Santidade e o Amor, a esse chamado respondemos através de vocações bastante específicas e singulares, aquele que já discerniu qual a vontade de Deus para sua vida é um vocacionado, que dá a sua resposta de forma concreta e perseverante.

O mês de agosto foi instituído como mês das vocações pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) no ano de 1981 e a intenção é que seja um mês de reflexão e oração para que os cristãos assumam a própria vocação a que foram chamados por Deus.


Quando falamos de vocação de maneira mais ampla podemos até dizer a minha é engenheiro, ou advogado, pedreiro, serralheiro e muitas outras. Assim, é entendida como uma inclinação que temos, um talento que desenvolvemos, uma qualidade que destaca, ou até mesmo uma oportunidade que foi aproveitada.


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Mas tratando vocação como algo muito além desse vago entendimento, ela é um chamamento, uma convocação feita diretamente a nossa pessoa, a partir da pessoa de Jesus Cristo, me convoca a estar unido ma Ele e a segui-lo sempre. Muito antes da nossa existência, já havia o nosso chamado. Jesus já nos chamava a viver e anunciar a sua boa nova a todos, algumas vezes até utilizando-se de palavras para isso.

Dar o meu sim ao esse chamado é ligar-me total e plenamente a videira verdadeira (por que sem mim nada podeis fazer – Jo15,5).

A cada semana do mês de agosto celebramos as diversas vocações:

Primeiro domingo: é o dia das vocações sacerdotais. Atualmente também se comemora o dia das vocações diaconais, ou melhor dizendo: dia das vocações aos ministérios ordenados. Essa comemoração se deve ao fato de no dia 4 de agosto celebrarmos o dia de São João Maria Vianney, o Cura D’Ars, patrono dos padres; e, no dia 10 de agosto, o dia de São Lourenço, patrono dos diáconos.

Segundo domingo: por imitação do segundo domingo de maio – no qual é comemorado o Dia das Mães – temos o Dia dos Pais. Sabemos que no Brasil esse dia é comemorado porque antigamente no dia 16 de agosto celebrava-se o dia de São Joaquim, pai de Nossa Senhora e, por isso, adotou-se esse dia e depois o domingo para essa comemoração. Devido a esse fato, nesta data é comemorada a vocação matrimonial.

Terceiro domingo: recorda-se a vocação à vida consagrada: religiosos, religiosas, consagradas e consagrados nos vários institutos e comunidades de vida apostólica e também nas novas comunidades. Essa recordação é feita porque no dia 15 de agosto celebramos o Dia da Assunção de Maria aos céus, solenidade que aqui no Brasil é transferida para o domingo seguinte.

Quarto domingo: é nesta data que se comemora o Dia do Catequista, daí a comemoração do dia da vocação do cristão leigo na Igreja, tanto na sua presença na Igreja como também em seu testemunho nos vários ambientes de trabalho e vida. O dia do cristão leigo voltará a ser comemorado no último domingo do ano litúrgico, domingo de Cristo Rei.


Que a celebração do mês vocacional possa nos trazer as benção de Deus para vivermos a nossa vocação, religiosa, ou leiga, mas que nos fortaleça na vocação universal, a santidade.

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Se queremos seguir o Mestre, somos chamados a escolher o seu caminho: o caminho do serviço, da doação, do esquecimento de nós próprios

Rádio Vaticano

Aniquilação e humilhação: estas duas atitudes de Cristo guiaram a homilia do Papa Francisco na celebração deste Domingo de Ramos, 20. Milhares de fiéis participaram da Santa Missa, que foi precedida pela tradicional procissão com os ramos na Praça São Pedro, decorada com cerca de 10 mil plantas, abrindo assim as celebrações da Semana Santa.

Francisco recordou o entusiamo com o qual Jesus foi acolhido em Jerusalém. Do mesmo medo, afirmou, Cristo deseja entrar em nossas cidades e nossas vidas. “Que nada nos impeça de encontrar Nele a fonte da verdadeira alegria, pois só Jesus nos salva das amarras do pecado, da morte, do medo e da tristeza.”

Entretanto, a Liturgia de hoje nos ensina que o Senhor não nos salvou com uma entrada triunfal nem por meio de milagres prestigiosos. O apóstolo Paulo, na segunda leitura, resume o caminho da redenção com dois verbos: “aniquilou-Se” e “humilhou-Se” a Si mesmo.

“Estes dois verbos nos indicam até que extremo chegou o amor de Deus por nós. Jesus aniquilou-Se a Si mesmo: renunciou à glória de Filho de Deus e tornou-Se Filho do homem. E não só… Viveu entre nós numa condição de servo: não de rei, nem de príncipe, mas de servo. Para isso, humilhou-Se e o abismo da sua humilhação, que a Semana Santa nos mostra, parece sem fundo.”

Amor sem fim

O primeiro gesto deste amor “sem fim” é o lava-pés, explicou Francisco. “Mostrou-nos, com o exemplo, que temos necessidade de ser alcançados pelo seu amor, que se inclina sobre nós; não podemos prescindir dele, não podemos amar sem antes nos deixarmos amar por Ele e sem aceitar que o verdadeiro amor consiste no serviço concreto.

Mas isto é apenas o início, ressaltou o Papa. A humilhação que Jesus sofre torna-se extrema na Paixão. Ele é abandonado, renegado, sofre a infâmia e a iníqua condenação. Jesus sente na pela a indiferença, porque ninguém quer assumir a responsabilidade por seu destino. A este ponto, Francisco saiu do texto para citar os inúmeros “marginalizados, prófugos e refugiados” dos quais ninguém quer asumir a responsabilidade por sua sorte.

Mas a solidão, a difamação e o sofrimento não são ainda o ponto culminante do seu despojamento. Para ser solidário conosco em tudo, na cruz experimenta também o misterioso abandono do Pai. No ápice da aniquilação, Jesus revela o verdadeiro rosto de Deus, que é misericórdia. Perdoa aos seus algozes, abre as portas do paraíso ao ladrão arrependido e toca o coração do centurião. “Se é abissal o mistério do mal, infinita é a realidade do Amor que o atravessou.”

Todavia, acrescentou, o modo de agir de Deus pode nos parecer muito distante. “Ele renunciou a Si mesmo por nós; e quanto nos custa renunciar a algo por Ele e pelos outros! Mas, se queremos seguir o Mestre, somos chamados a escolher o seu caminho: o caminho do serviço, da doação, do esquecimento de nós próprios.”

Contemplar o Crucificado

Para o Pontífice, podemos aprender este caminho detendo-nos nestes dias em contemplação do Crucificado, “cátedra de Deus”, “para renunciar ao egoísmo, à busca do poder e da fama”. Citando a Gaudium et Spes, Francisco afirmou que nos esquecemos que “o homem vale mais por aquilo que é do que por aquilo que tem”.

“Fixemos o olhar Nele, peçamos a graça de compreender algo da sua aniquilação por nós e respondamos ao seu amor infinito com um pouco de amor concreto”, foi a exortação final do Papa Francisco.

 

Papa escreveu prefácio de uma edição da Bíblia voltada para os jovens; Francisco conta como lê sua “velha Bíblia”

A Bíblia não é uma “obra de arte literária”, mas um livro no qual Deus fala. Essas são palavras do Papa Francisco no prefácio de uma edição da Bíblia destinada aos jovens e por eles comentada. A versão publicada em alemão é fruto de um projeto que teve colaboração diversa, como a de alguns jesuítas austríacos, professores de Antigo Testamento.

O prefácio em italiano escrito pelo Papa foi publicado no último número da revista Civiltà Cattolica, desta semana. Francisco explica para os jovens o significado da Bíblia, Palavra de Deus pela qual a luz veio ao mundo e jamais poderá ser apagada. Ele enfatiza, portanto, que este não é um livro para ser colocado na prateleira, mas para estar sempre em mãos e ser lido todos os dias.

Até Mahatma Gandhi, que não era cristão, reconheceu o valor da Bíblia. O Papa recorda aos jovens uma fala do líder pacifista: “A vocês foi confiado um texto que tem em si uma quantidade de dinamite suficiente para explodir em mil pedaços toda a civilização, por colocar o mundo de cabeça pra baixo e levar a paz a um planeta devastado pela guerra. Vocês o tratam, porém, como se fosse simplesmente uma obra literária, nada mais”.

O Papa e sua velha Bíblia

Francisco fala aos jovens sobre sua “velha Bíblia”, companheira de longa data que ele não troca por nada nesse mundo. “Se vocês vissem a minha Bíblia…Diriam: ‘O que? Essa é a Bíblia do Papa? Um livro tão velho, tão desgastado!’”, brincou o Papa. Mas mesmo que quisessem te dar uma nova, ele não aceitaria, porque a sua Bíblia, apesar de velha, viu suas alegrias e tristezas, é seu “grande tesouro”.

E como será que o Papa lê a Bíblia? Ele mesmo respondeu aos jovens no prefácio: pega o livro, lê, depois coloca-o de lado e se deixa olhar por Deus, que está verdadeiramente ali presente. Ele se deixa observar e percebe o que Deus o diz.

“Às vezes não fala, então não sinto nada, somente vazio, vazio, vazio…Mas, paciente, permaneço ali e O espero assim, lendo e rezando. Rezo sentado, porque me faz mal ficar de joelhos. Às vezes, rezando, até adormeço, mas não faz mal: sou como um filho próximo ao seu pai e isso é o que conta. Vocês querem me fazer feliz? Leiam a Bíblia”, pede o Papa.

Cristãos perseguidos por terem a Bíblia

Francisco também fala aos jovens que, depois de lida, a Bíblia não deve ficar nas estantes se enchendo de poeira. Ele lembrou que hoje, mais que no início da Igreja, os cristãos são perseguidos porque dão testemunho de Cristo, são condenados por terem uma Bíblia.

“Evidentemente a Bíblia é um livro extremamente perigoso, tanto que em certos países quem possui uma Bíblia é tratado como se escondesse granadas no armário”, disse o Papa fazendo alusão à perseguição que os cristãos sofrem em tantos lugares no mundo.

Francisco explicou que entrar pela Porta Santa significa “descobrir a profundidade da misericórdia do Pai”

Nesta terça-feira, 8 de dezembro, o Papa Francisco abriu o Jubileu extraordinário da Misericórdia, o 29ª Ano Santo vivido na história da Igreja. Também hoje, celebra-se o 50º aniversário do encerramento do Concílio Vaticano II.

Antes de abrir a Porta Santa, o Santo Padre presidiu na Praça São Pedro a Santa Missa da Solenidade da Imaculada Conceição.

Na homilia, Francisco destacou que o gesto “altamente simbólico” da abertura da Porta Santa da Misericórdia acontece à luz da Palavra de Deus escutada na liturgia de hoje, que evidencia a primazia da graça, que envolveu a Virgem Maria, tornando-a digna de ser mãe de Cristo.

“A plenitude da graça é capaz de transformar o coração, permitindo-lhe realizar um ato tão grande que muda a história da humanidade”, reforçou o Pontífice.

Amor que perdoa

O Papa disse ainda que a festa da Imaculada Conceição exprime a grandeza do amor divino. “Deus não é apenas Aquele que perdoa o pecado, mas, em Maria, chega até a evitar a culpa original, que todo o homem traz consigo ao entrar neste mundo. É o amor de Deus que evita, antecipa e salva”.

O Santo Padre recorda que há sempre a tentação do pecado, que se exprime no desejo de projetar a própria vida, independentemente da vontade de Deus. Segundo ele, esta é a “inimizade” que ameaça continuamente a vida dos homens, contrapondo-os ao desígnio de Deus.

Todavia, afirma o Pontífice, a própria história do pecado só é compreensível à luz do amor que perdoa. “Se tudo permanecesse ligado ao pecado, seríamos os mais desesperados entre as criaturas. Mas não! A promessa da vitória do amor de Cristo encerra tudo na misericórdia do Pai”.

Descobrir a misericórdia de Deus

Francisco destacou que também este Ano Santo Extraordinário é dom de graça e entrar pela Porta Santa significa “descobrir a profundidade da misericórdia do Pai” que a todos acolhe e vai pessoalmente ao encontro de cada um.

O Papa explicou que, neste ano, os fiéis são convidados a crescer na convicção da misericórdia, e disse que, quando se afirma, em primeiro lugar, que os pecados são punidos pelo julgamento de Deus, fazemos uma grande injustiça à Ele e à sua graça, pois eles são perdoados, primeiramente, por sua misericórdia.

Nesse sentido, o Santo Padre expressou seu desejo de que atravessar a Porta Santa permita a todos sentirem-se participantes deste mistério de amor. “Ponhamos de lado qualquer forma de medo e temor, porque não se coaduna em quem é amado; vivamos, antes, a alegria do encontro com a graça que tudo transforma”.

50 anos do Concílio Vaticano II

O Pontífice recordou ainda que, há 50 anos, os padres do Concílio Vaticano II escancaram outra porta ao mundo. E destacou que, a riqueza deste evento, não está apenas nos documentos elaborados, mas primariamente, no verdadeiro encontro que ocorreu entre a Igreja e os homens deste tempo.

“Um encontro marcado pela força do Espírito que impelia a sua Igreja a sair dos baixios que por muitos anos a mantiveram fechada em si mesma, para retomar com entusiasmo o caminho missionário. Era a retomada de um percurso para ir ao encontro de cada homem no lugar onde vive”, ressaltou.

Por fim, Francisco enfatizou que também o jubileu exorta a cada um a esta abertura, ao impulso missionário, a não esquecer o espírito que surgiu no Vaticano II: o do samaritano.

 

Abertura da Porta Santa

Ao final da Missa, o Papa Francisco dirigiu-se à Porta Santa da Basílica de São Pedro. Após uma breve oração, subiu os degraus em silêncio e com três toques abriu a Porta Santa, dando início ao Ano da Misericórdia.

O Pontífice foi o primeiro a atravessar a Porta Santa, seguido pelo Papa emérito Bento XVI e pelos demais concelebrantes, outros sacerdotes, religiosos e por alguns fiéis.

Francisco dirigiu-se ao Altar da Confissão no interior da Basílica de São Pedro e concluiu a Santa Missa com uma oração e sua benção apostólica.